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Câncer de Ovário

O que é ovário?

É um órgão exclusivo das mulheres. Onde são produzidos hormônios, como o estrogênio e a progesterona, e que libera óvulos. Normalmente a mulher possui dois ovários.

Quais suas funções?

Os hormônios produzidos contribuem para o desenvolvimento das características do sexo feminino, além de regular a menstruação.

Qual seu papel na fecundação?

Fecundação é a união entre um óvulo (secretado pelo ovário) com o espermatozoide.

O que é câncer de ovário?

É um tumor maligno que acomete normalmente mulheres acima dos 55 anos. No entanto existem alguns tipos que podem aparecer em mulheres jovens. É o sétimo câncer feminino, mais comum em todo mundo e o câncer ginecológico mais grave.

Existe apenas um tipo de câncer de ovário?

Não. Existem vários tumores que pode ser originados de células diferentes do ovário. O mais comum é de origem epitelial.

Quem são as mulheres mais propensas a desenvolver?

As mulheres que possuem um histórico familiar com dois ou mais parentes com câncer de ovário, mama e colo do útero; Alteração genética por genes BRCA 1 e BRCA 2; Nunca teve filho; Iniciaram período menstrual cedo; Menopausa tardia.

Quais os sintomas?

São variados, não existe nenhum sintoma muito específico. Dentre eles temos: Aumento no volume abdominal; Dor abdominal ou pélvica; Mudança de hábitos intestinais e urinário; Cansaço; Perda de peso; Sangramento Vaginal, dentre outros.

Como preveni-lo?

Existem 2 opções para ajudar a reduzir o risco:

Pílula anticoncepcional para as jovens, que chega a reduzir em 50% o risco, mas que só deve ser utilizada de acordo com necessidade individualizada.

Cirurgia para as mulheres com alteração genética com redução de até 95% do risco.

Diagnóstico

Não existe nenhum exame de detecção fidedigno, mas frente a suspeita podemos utilizar: Exame pélvico completo; Ultrassom pélvico ou transvaginal; e Exame de sangue CA125 para nos auxiliar.

Frequentemente é diagnosticado em fase tardia, tendo um expectativa de vida de 5 anos após detecção. Quando diagnosticado em estágio inicial pode chegar à cura de até 90%.

Tratamento

O tratamento é cirúrgico, mas dependendo do tamanho, tipo e extensão da doença pode haver necessidade de complementação com quimioterapia.

Dr. Maurício Fristachi
Médico da Especialidade de Oncoginecologia e Mastologia
CRM150294

 

 

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